White Winds

Sessão 5 - A partida

26 -> 27 de Setembro

O hobgoblin, Chiss é apresentado ao thane e, falando em common, ajoelha-se e pede clemência para o seu clã. Segundo ele, o seu clã inicialmente opôs o tirano que agora os lidera e, saindo derrotados, viram os seus líderes serem chacinados. O irmão do Chiss foi um dos mortos e, mesmo tendo vindo a Orun às ordens do tirano, não lhe tem qualquer lealdade e predispõe-se a servir o thane Elgar Vikstein e a convencer o resto do seu clã a fazer o mesmo. Como prova de lealdade, ele chama de volta o falcão que o grupo tinha avistado antes e parte-lhe o pescoço à frente do thane.

O grupo leva o resto do dia a fazer as suas despedidas e a comprar equipamento para a viagem. O Huan volta ao templo de Eanair e, apelando à sacerdotisa Helga com conversas sobre o poder curativo da água em todas as suas formas, convence-a a deixar que o Ralf Pourman tome conta d' O Dragão e mantenha o seu amado salão a funcionar. O Lunk despede-se da sua mãe e promete-lhe que voltará são e salvo e trazendo os dentes do pai num saquinho. A Sunna agradece ao mestre Finnis pelos anos de ensinamentos e hospitalidade. O Croc cava buracos. O Horice, sabe-se lá.

Na manhã seguinte, o huscarl Ull traz ao grupo a mensagem selada do thane que estes devem entregar ao príncipe, assim como um mapa e uma nova mula à qual imediatamente decidem chamar Mulan. Dá-lhes também uma pequena prenda do thane: capas de viagen e pingentes com duas cobras entrelaçadas, o símbolo de Orun.

Símbolo de Orun

O grupo finalmente faz-se à estrada e algumas dezenas de pessoas juntam-se para os ver partir. O Ull soa o seu corno em sinal de despedida.

As primeiras horas de viagem decorrem sem qualquer problema, até que o grupo chega às margens do Rio Lyr. Preparando-se para cruzar a estreita e antiga ponte, a Gwyn fareja a passagem recente de homens e cavalos. A Sunna manda-a farejar pela ponte até à outra margem, onde esta é quase apanhada por um homem em armadura de couro que emerge dos arbustos.

O grupo leva a sua carroça até meio da ponte, onde o Huan o confronta e lhe pergunta quem é e o que quer e o homen lhe responde que está aqui a mando do rei Fergus e que devem pagar para passar a ponte e deixá-lo revistar a carroça. O Horice interjecta que a ponte é território neutro que não pertence exclusivamente a nenhum dos países e informa os outros que o nome Fergus não lhe diz nada. Os ânimos exaltam-se, o Lunk aproxima-se ameaçando o homem e é travado por uma flecha vinda dos arbustos que embate no chão à sua frente. Os membros do grupo advertem o estranho homem que resistirão pela força, mas este recusa-se a deixá-los passar. E é então que o Lunk puxa dum dos seus machados e o atira ao homem.

O homem consegue deflectir o machado com a sua espada e troca golpes com o Lunk. O grupo fica debaixo de fogo dos arqueiros nos arbustos enquanto o espadachim sofre golpe após golpe na linha da frente. É então que um outro bandido surge do arvoredo a cavalo e faz estremecer a ponte com um grito de guerra. O primeiro inimigo acaba por cair, mas o cavaleiro mostra-se um adversário bem mais feroz, usando o seu cavalo para se esquivar de golpes e bloquear a saída da ponte. A Sunna invoca uma águia para o atacar e é então que o Lunk aproveita a distracção para saltar e tentar tombá-lo do cavalo.

Mas o cavaleiro desfere-lhe um terrível golpe a meio do salto e o Lunk cai desmaiado no chão. Rindo-se, incita o seu cavalo a atacar o Huan e o Babou e, num novo golpe, elimina a águia da Sunna. O seu principal guerreiro caído, o cavaleiro mostrando-se imparável e os arqueiros continuamente a disparar, o Huan cobre a ponte com névoa e a Sunna vê-se forçada a gastar um pergaminho que recebeu do mestre Finnis, lançando uma devastadora bola de fogo que mata um dos arqueiros e deixa os restantes gravemente feridos.

O nevoeiro corta por completo a capacidade dos arqueiros de afectar a batalha, enquanto a troca de golpes continua no interior. Sabendo que o Lunk fica fatigado após a sua fúria (como já acontecera no templo), o Horice usa a sua magia para o invigorar temporariamente e o Huan cura parte dos seus ferimentos, trazendo-o de volta aos seus sentidos. O Lunk vê o cavaleiro ainda a rir-se, activa de novo a sua fúria e levanta-se de um salto, sofrendo um novo golpe mas cortando-lhe a gargalhada a meio com a sua retaliação, que o tomba do cavalo.

Fazendo bluff, o Horice grita para o grupo atacar e o Croc emerge da névoa de espada em punho. Não ouvindo resposta do seu líder senão o relinchar assustado do cavalo, os arqueiros pegam nas suas queimaduras e fogem pelos arbustos, deixando o grupo a tratar dos seus ferimentos.

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Wulfang

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